Operação da Polícia Federal contra venda ilegal de remédio para emagrecimento prende dois homens no Vale do Aço
06/03/2026
(Foto: Reprodução) Operação da Polícia Federal contra venda ilegal de remédio para emagrecimento prende dois homens no Vale do Aço
Polícia Federal
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (6), a Operação Sanitas para combater a comercialização ilegal de medicamentos de origem estrangeira sem registro no Brasil. A ação aconteceu em municípios do Vale do Aço, no Leste de Minas Gerais, e resultou na prisão de dois homens suspeitos de participação no esquema.
De acordo com a investigação, o grupo é suspeito de importar clandestinamente e vender no país um medicamento utilizado para emagrecimento conhecido como tirzepatida, comercializado com o nome “Lipoless”. O produto é de origem paraguaia e não possui autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para circulação no Brasil.
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Segundo a Polícia Federal, além de não ter registro nos órgãos reguladores brasileiros, há indícios de que os medicamentos eram armazenados e transportados sem condições adequadas de segurança sanitária. Essa situação pode comprometer a eficácia do produto e representar riscos à saúde dos consumidores.
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Durante a operação, foram cumpridas ordens judiciais em quatro endereços: dois em Ipatinga, um em Caratinga e outro em Coronel Fabriciano. As diligências resultaram na prisão de dois suspeitos.
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A Justiça também determinou o cumprimento de duas medidas cautelares diversas da prisão contra um homem e uma mulher. Entre as determinações impostas está a proibição de uso de redes sociais, medida adotada para impedir a possível divulgação e comercialização dos medicamentos por plataformas digitais.
Durante as buscas, os policiais federais apreenderam celulares e veículos de alto padrão. O material será submetido à perícia para aprofundar as investigações, identificar outros envolvidos e dimensionar a extensão da venda irregular dos medicamentos na região.
As investigações continuam para apurar a participação de outras pessoas no esquema e o alcance da comercialização ilegal dos produtos. A Polícia Federal informou que denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos canais oficiais da instituição.
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